sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A porta do Grotão lulista

Entre, e veja o reinado do Filho do Brasil.

Vem aí o teocrata nuclear

O negador do Holocausto "Adolfinejad" chega na próxima semana. É amigo do restolho da ideologia esquerdista que sobrevive apenas na América Latina. Ele nega o Holocausto porque pretende fazer o seu, eliminando o Estado de Israel.
Que tenha uma péssima acolhida por parte dos cidadãos que não relativizam a história de acordo com as conveniências e os credos.

Fora da casinha, Tarso dorme na tumba de Lênin.

O fantasma do mausoléu ainda assombra Tarso

Tarso "Illich", que dorme e sonha com o fantasma do ditador Lênin, acaba de agredir a Itália. Na visão dele, a pressão para extraditar o assassino Battisti é coisa do "fascismo". Ou seja, ele está chamando de fascistas também os sucessores do Partido Comunista Italiano (PCI), cujo líder, Massimo D'Alema, obteve de Lula a promessa de respeitar a decisão do STF. A ver...

As repulsivas declarações de "Illich" já são suficientes para que a Itália chame o embaixador e peça explicações.

E se o homicida não for extraditado, torço para que a Itália rompa relações com o Grotão lulista, que envergonha qualquer democracia e, sobretudo, os prórpios brasileiros que não são reféns de ideologias mortas.Durma na tumba de Lênin, nostálgico "Illich".

García Márquez à sombra do patriarca

O realismo mágico, tão celebrado na América Latina, talvez tenha mais de realismo socialista que de mágico.
Em longo ensaio, Enrique Krause mostra que o escritor colombiano e Prêmio Nobel García Márquez vive, de fato, "à sombra do patriarca". Sua intensa amizade com o longevo ditador Fidel Castro fornece algumas pistas.
Krause argumenta, com razão, ser prematuro afirmar que García Márquez seja um "novo Cervantes". Em termos morais, não há nem sequer comparação:
"Herói de guerra contra os turcos, ferido e mutilado em batalha, náufrago e prisioneiro em Argel por cinco anos, Cervantes viveu seus ideais, suas dificuldades e sua pobreza com uma moralidade quixotesca, e a suprema liberdade de aceitar suas derrotas com humor. Essa grandeza de espírito não se viu jamais nas cumplicidades de García Márquez com a opressão e a ditadura. Não é Cervantes."
(Leia aqui).

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A carta de um canalha

O Reinaldo e o Coturno já publicaram, mas vale a pena repetir. Abaixo, a carta que o terrorista Cesare Battisti, acoitado pelos filoterroristas que ocupam o governo, mandou para o Pequeno Timoneiro.
Dá nojo. É coisa de canalha pusilânime (não há termos que bastem para desqualificar esse monstro). O tosco homicida acha que fez alguma coisa por seu país - que, no entanto, o quer na prisão. A conversa mole que ele desenvolve serve também para quem, com os mesmos "argumentos", tirar a sua vida em nome de um futuro melhor para a humanidade, um mundo sem inimigos da liberdade.
O patife ainda cita Camus, mas podemos responder, igualmente, que somos "homens em revolta" - só que pela justiça, pela liberdade, pela democracia. O protegido de Tarso "Illich" Genro quer que todos perdoem seu passado de erros e crimes contra a democracia italiana. Não, crime se paga com a perda da liberdade. E a consciência de quem se iludiu com ideologias deve penar por si própria, por não ter percebido sua estupidez.
Teu sonho não continua, não, facínora! Teu sonho morreu em 1989. E o país de onde covardemente fugiste exige justiça.
“AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
SUPREMO MAGISTRADO DA NAÇÃO BRASILEIRA
AO POVO BRASILEIRO
“Trinta anos mudam muitas coisas na vida dos homens, e às vezes fazem uma vida toda”.(O homem em revolta - Albert Camus)
Se olharmos um pouco nosso passado a partir de um ponto de vista histórico, quantos entre nós podem sinceramente dizer que nunca desejaram afirmar a própria humanidade, de desenvolvê-la em todos os seus aspectos em uma ampla liberdade. Poucos. Pouquíssimos são os homens e mulheres de minha geração que não sonharam com um mundo diferente, mais justo.
Entretanto, freqüentemente, por pura curiosidade ou circunstâncias, somente alguns decidiram lançar-se na luta, sacrificando a própria vida.
A minha história pessoal é notoriamente bastante conhecida para voltar de novo sobre as relações da escolha que me levou à luta armada. Apenas sei que éramos milhares, e que alguns morreram, outros estão presos, e muito exilados.
Sabíamos que podia acabar assim. Quantos foram os exemplos de revolução que faliram e que a história já nos havia revelado? Ainda assim, recomeçamos, erramos e até perdemos. Não tudo! Os sonhos continuam!
Muitas conquistas sociais que hoje os italianos estão usufruindo foram alcançadas graças ao sangue derramado por esses companheiros da utopia. Eu sou fruto desses anos 70, assim como muitos outros aqui no Brasil, inclusive muitos companheiros que hoje são responsáveis pelos destinos do povo brasileiro. Eu na verdade não perdi nada, porque não lutei por algo que podia levar comigo. Mas agora, detido aqui no Brasil não posso aceitar a humilhação de ser tratado de criminoso comum.
Por isso, frente à surpreendente obstinação de alguns ministros do STF que não querem ver o que era realmente a Itália dos anos 70, que me negam a intenção de meus atos; que fecharam os olhos frente à total falta de provas técnicas de minha culpabilidade referente aos quatro homicídios a mim atribuídos; não reconhecem a revelia do meu julgamento; a prescrição e quem sabe qual outro impedimento à extradição.
Além de tudo, é surpreendente e absurdo, que a Itália tenha me condenado por ativismo político e no Brasil alguns poucos teimam em me extraditar com base em envolvimento em crime comum. É um absurdo, principalmente por ter recebido do Governo Brasileiro a condição de refugiado, decisão à qual serei eternamente grato.
E frente ao fato das enormes dificuldades de ganhar essa batalha contra o poderoso governo italiano, o qual usou de todos os argumentos, ferramentas e armas, não me resta outra alternativa a não ser desde agora entrar em “GREVE DE FOME TOTAL”, com o objetivo de que me sejam concedidos os direitos estabelecidos no estatuto do refugiado e preso político. Espero com isso impedir, num último ato de desespero, esta extradição, que para mim equivale a uma pena de morte.
Sempre lutei pela vida, mas se é para morrer, eu estou pronto, mas, nunca pela mão dos meus carrascos. Aqui neste país, no Brasil, continuarei minha luta até o fim, e, embora cansado, jamais vou desistir de lutar pela verdade. A verdade que alguns insistem em não querer ver, e este é o pior dos cegos, aquele que não quer ver.
Findo esta carta, agradecendo aos companheiros que desde o início da minha luta jamais me abandonaram e da mesma forma agradeço àqueles que chegaram de última hora, mas, que têm a mesma importância daqueles que estão ao meu lado desde o princípio de tudo. A vocês os meus sinceros agradecimentos. E como última sugestão eu recomendo que vocês continuem lutando pelos seus ideais, pelas suas convicções. Vale a pena!
Espero que o legado daqueles que tombaram no front da batalha não fique em vão. Podemos até perder uma batalha, mas tenho convicção de que a vitória nesta guerra está reservada aos que lutam pela generosa causa da justiça e da liberdade.
Cesare Battisti

Calendário maia, não. Calendário petralha.


Teremos uma prévia do badalado fim do mundo em 2010 se Dilmaligna ganhar a eleição. E aqui não se trata de ficção...

O PT na Confecom: modelo bolivariano.

Vejam o que o PT vai defender na conferência chapa-branca marcada para o mês que vem em Brasília. O modelito foi formulado nos anos 80 pela Frente Nacional pela Democratização da Comunicação, com inspiração socialista. Bene, na época ainda havia ditadura, mas o que significa, hoje, no período democrático, "democratizar a comunicação"? O documento repete inclusive os erros daquele tempo (combater os "monopólios" - ora, há monopólio e oligopólios) e ambiciona "um novo modelo legal para todo o setor das comunicações". Quando fala em criar "instrumentos de controle público e social" dos meios, não se iludam, trata-se de controle estatal mesmo, agora à maneira bolivariana. É o que defendem também os pelegos da CUT, o braço sindical do partido.
A Conferência Nacional de Comunicação convocada pelo governo Lula é uma importante conquista dos movimentos que lutam pela democratização do setor no Brasil. O PT apóia o conjunto de reivindicações desses movimentos, conforme resolução aprovada em conferência partidária realizada em abril de 2008. Na 1ª Confecom, a intervenção petista se dará de duas maneiras: uma, ao lado das lutas especificas de cada área; outra, mais ampla, na construção de um novo modelo legal para todo o setor das comunicações – sem o que dificilmente haverá avanços nas questões pontuais. A definição de um marco regulatório democrático estará no centro de nossa estratégia, tratando a comunicação como área de interesse público, criando instrumentos de controle público e social e considerando a mudança de cenário provocada pelas tecnologias digitais. O PT também lutará para que as demais ações estatais nessa área promovam a pluralidade e a diversidade, o controle público e social dos meios e o fortalecimento da comunicação púbica [sic], estatal, comunitária e sem finalidade lucrativa. Mais do que combater os monopólios e todos os desvios do sistema atual, é preciso intervir para que eles não se repitam ou se acentuem nesse novo cenário tecnológico – que dentro de poucos anos superará completamente o antigo modelo.(Continua).

Contra o STF, Lula quer acoitar o terrorista.

O deputado italiano Massimo D'Alema, líder da "esquerda" italiana, foi ludibriado pelo Pequeno Timoneiro (ver post), que lhe prometera seguir a decisão do STF no caso Battisti. Agora ele tenta uma saída jurídica - para não enfrentar diretamente o Supremo.
As artimanhas dos filoterroristas que ocupam Brasília:
Uma saída jurídica em discussão no governo, segundo apuração da Folha, é partir do entendimento de que o STF anulou a decisão do refúgio concedido pelo ministro Tarso Genro (Justiça). Seria possível usar o mesmo argumento de Tarso -- "fundado temor de perseguição política"-- como motivo para negar a entrega de Battisti. O ex-ativista ficará preso até a decisão final.
Sob o lulopetismo, dá vergonha ser brasileiro.
(Um dos significados de acoitar, segundo o Houaiss: esconder (alguém perseguido por infração à lei); favorecer (atos criminosos); homiziar.)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Fora, Battisti, e leve junto teus protetores.

Ainda há juízes no Grotão. Espera-se, agora, que o Pequeno Timoneiro cumpra o que prometeu ao deputado italiano Massimo D'Alema: respeito à decisão do STF. Quanto ao bando da foto lá embaixo, deveria ser expulso, junto com o ministro Tarso "Illich" Genro, protetor de terroristas.

Câmara Municipal de SP, símbolo do Grotão.

No Estadão: Dias atrás, a Câmara Municipal de São Paulo concedeu a Carlos Marighella, em homenagem póstuma, o título de cidadão paulistano. Curiosamente, essa demonstração de apreço a um comunista baiano pouco ligado a São Paulo ocorreu praticamente no mesmo momento em que o mundo festejava os 20 anos da queda do Muro de Berlim e do malogro mundial do comunismo.
Pois é, os vereadores de São Paulo (que já contam com alguns colegas na prisão por ladroeira) são a prova de que ninguém se livra da atrasada cultura brasileira. A Câmara da maior e mais cosmopolita cidade do país é igualzinha à da menor e mais provinciana cidade. Todas estão infestadas de paroquialismo político-ideológico, todas praticam as mesmas mutretas, todas representam a cara e o focinho dos cidadãos grotenses. Delenda Grotão!

Todos com o criminoso


MAL NA FOTO: políticos pré-1989 afagam o assassino que a Itália quer extraditar. Que o STF devolva o foragido ao seu país para cumprir as penas a que foi condenado. Tenho vergonha dessa bugrada. São os legítimos grotenses. Atestam que vivemos, de fato, a era da estupidez.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Grotão do crime livre e impune

Existe Estado?
Para cobrar impostos, sabemos que sim. Mas li tempos atrás que temos 400 mil criminosos na cadeia e 400 mil sentenciados (repito: sentenciados) soltos por aí.
Meio a meio.
Você acha que isto aqui é um Estado de Direito? Não mesmo. Você vive na companhia de criminosos que não foram presos por seus crimes. Um deles pode estar na fila em que você está no supermercado.
O que temos, diante deste quadro grotesco? Apenas incentivo à criminalidade. A impunidade é praticamente garantida. A probabilidade de que alguém seja preso, se for razoavelmente inteligente, é mínima.
O pior de tudo é que notícias como esta aqui (comuns de sul a norte) demonstram que até dentro das prisões os bandidos fazem o que bem entendem.
Pergunto de novo: existe Estado?

O terrorista quer colher de chá do STF

Do Reinaldão:
Ah, sim: Cesare Battisti, consta, passou a recusar o tratamento de hidratação com soro que fazia. Isso caracteriza, em sendo assim mesmo, a tal greve de fome total. Como sabem, não incentivo o suicídio, mas não se pode torná-lo ilegal. Ilegal é matar pessoas, não é mesmo?, e não SE matar. Segundo o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que funciona como um porta-voz daquele humanista, o italiano pretende sensibilizar o ministro Gilmar Mendes, que deve dar o seu voto nesta quarta.
Entendo… Greve de fome agora substitui leis e Constituição… Vai fundo, Battisti!
Como disse aqui outro dia, espero que Battisti vá até o fim. Literalmente.

O Brasil na era da estupidez

No início do mês, citei o grande historiador italiano Mário Cipolla, que escreveu um opúsculo de humor. Depois do ataque petralha sofrido, hoje, pelo blog (recebi centenas de comentários agressivos, de vários anônimos, a mim e aos comentadores, repetidos durante todo o dia), cito novamente o trecho, que parecia antever essa situação:
A pessoa inteligente sabe que é inteligente; o bandido tem consciência de que é bandido; o ingênuo está penosamente compenetrado da sua falta de prevenção. Ao contrário de todas estas personagens, o estúpido não sabe que é estúpido: e isso contribui portentosamente para dar maior força, incidência e eficácia à sua ação devastadora. O estúpido não se encontra inibido por aquele sentimento que os anglo-saxônicos designam por self-conciousness. Com um sorriso nos lábios, como se levasse a cabo a coisa mais natural do mundo, o estúpido surgirá imprevistamente para nos estragar os planos, nos destruir a paz, nos complicar a vida e o trabalho, fazendo-nos perder dinheiro, tempo, bom humor, apetite, produtividade - e tudo isto sem malícia, sem remorso e sem razão. Estupidamente.
Concluí, naquela ocasião, da seguinte forma:
Daí se depreende que vivemos, no Grotão lulista, a era da estupidez. Aliás, petistas não riem. Alguém já viu um deles dar uma boa gargalhada?
E agora acrescento outro trecho do belo livrinho do historiador:
Uma criatura estúpida perseguir-nos-à sem razão, sem um plano preciso, nos tempos e nos lugares mais improváveis e impensáveis. Não temos nenhum meio racional de prever se, quando, como e por que motivo uma pessoa estúpida vai levar adiante o seu ataque. Perante um indivíduo estúpido, estamos por completo à sua mercê.
Portanto, espero que os comentadores do blog tenham paciência com a (momentânea, espero) moderação dos comentários. Os estúpidos se cansarão - pelo menos por alguns dias, pois deles não se pode esperar racionalidade: como disse o historiador, estamos à mercê...
Ave, Mário Cipolla.
(Os excertos citados são de Allegro ma non troppo: as leis fundamentais da estupidez humana, lançado no ano passado pela editora Texto & Grafia, de Lisboa).

Lula, o veraz.

Sob ataque petralha

Amigos, sou obrigado a moderar os comentários. Um petista mal-educado fica repetindo mensagens o tempo todo. Todos já o conhecem por aqui.
O tarefeiro do PT não conseguirá empastelar o blog.
Confiram a caixa de comentários ao post "Esquerdista nem precisa zurrar".
UPDATE: o fascista de Brasília, capanga de Pedro Pomar, que ordena a invasão de blogs críticos, continua entulhando a caixa de comentários. O blog ficará sob moderação até que ele canse. Eu não cansarei de atirá-lo ao lugar merecido: o lixo. Agora os "esquerdistas" estão zurrando, de fato.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Muita ideologia e pouca ciência

O conceito de hegemonia, que Antônio Gramsci herdou de Lênin, modificando-o, era moda nos anos 70 na área de humanidades. Escreviam-se dissertações e teses aos montes sobre o baixinho que redigiu os Quaderni del carcere, que na própria Itália já não é levado a sério faz muito, muito tempo.
No Grotão, entretanto, ainda se fala em hegemonia quarenta anos depois - e olha que Gramsci escreveu nos anos 30!.
Prova disso é o seminário organizado pelo Departamento de Ciência Política da Ufba. Como de hábito, sobrou também para a imprensa. Eis alguns temas:
"A Opinião Pública em Gramsci";
"Gramsci e a questão da imprensa";
"Hegemonia nas páginas da revista Veja - O Real consenso"
"Mídia e contra-hegemonia: o jornal Brasil de Fato como alternativa dos movimentos sociais no Brasil".
Perceberam? A imprensa está sempre em questão (principalmente a revista Veja) e o jornal chapa-branca Brasil de Fato, reduto stalinista, é apontado como alternativa (!).
Quando afirmo que as humanidades, em geral, ainda vivem num mundo pré-1989, há quem diga que exagero. (Confiram aqui). Esperem só para ver o que sairá da Confecom, no mês que vem, em Brasília.

Há algo mais entre o céu e a terra

Esquerdista nem precisa zurrar

Sim, não é preciso muito esforço - especialmente na América Latina - para identificar um esquerdista. Seus principais traços, em poucas palavras:
1) ainda divide o mundo entre esquerda e direita, sem aspas (dicotomia pré-1989);
2) é contra ideias liberais (como as três grandes e nefastas ideologias do século XX: nazismo, fascismo e comunismo);
3) é antissemita (como o nazismo, o fascismo e o fundamentalismo islâmico);
4) tem simpatia pelo bolivarianismo (que é uma miscelânea de nazismo, fascismo e comunismo e cultiva, por sua vez, simpatia pelo islamismo);
5) é antiamericano (a exemplo, igualmente, da três ideologias e do fundamentalismo islâmico).
Qualquer semelhança com o que foi apropriadamente chamado de "idiota latino-americano" não é mera coincidência.

domingo, 15 de novembro de 2009

A origem da Origem

A Crítica, de Portugal, acaba de disponibilizar na rede o prefácio que o filósofo inglês Michael Ruse redigiu para a nova edição de Origem das Espécies, de Charles Darwin.

Ruse se dedica à filosofia da biologia e escreveu vários livros sobre o tema e sobre Darwin e seus inimigos criacionistas. Seu único livro traduzido no Brasil é Levando Darwin a Sério (BH, Itatiaia, 1995).

Vale a pena ler.

Esquerda italiana defende extradição de Battisti

O deputado italiano Massimo D'Alema, líder do Partido Democrático, que reúne o que sobrou do velho Partido Comunista Italiano (o PCI, que se autodesignava como "o maior partido comunista do Ocidente"), também defende a extradição do terrorista Cesare Battisti.
D'Alema afirmou o contrário do que disse Tarso "Illich" Genro, protetor do assassino:
“É uma pessoa condenada em nosso país e é justo que cumpra a pena em nosso país. É normal. Ele está condenado por graves crimes, não por razões políticas”.
Parece que Battisti está em greve de fome. Que vá até o fim...

Dahrendorf e a liberdade

Para pensar, neste final de domingo, mais uma pequena citação do sociólogo e filósofo Ralf Darhendorf, falecido recentemente:
A liberdade não é fornecida pelo Estado e nem tampouco pela Economia, mas, no final das contas, apenas por nossas próprias ações; às vezes em contraposição às autoridades; às vezes juntamente com elas; embora, no mais das vezes, sem elas, pela simples razão de que somos cidadãos, cidadãos livres em associações escolhidas com liberdade.

Aécio recebe o falastrão Ciro Gomes

É difícil confiar no governador de Minas, que sempre abraça o situacionismo. Agora, vai receber até Ciro Gomes, que, de repente, virou paulista.
Aécio é mesmo um tucano fora do ninho.

Censura chega aos blogs

O Prosa&Política, de Adriana Vandoni, sofre censura por decisão judicial. Adriana não pode emitir opinião sobre um tal de deputado Pedro Riva (PP).
Não falta muito para o Grotão virar ditadura - infelizmente, com apoio judicial.
Vale lembrar que o Estadão está sob censura há mais de três meses, a pedido da honorável Famiglia Sarney.

Vem aí "Adolfinejad", o negador do Holocausto.